O Instituto Lins Ferrão (ILF) deu início, em dezembro, a uma nova ação que integra sustentabilidade, economia circular e impacto social dentro do Grupo Lins Ferrão e de suas marcas Pompéia e Gang. A instituição passou a produzir cordões de crachá para os colaboradores administrativos a partir de resíduos têxteis reaproveitados, reforçando sua estratégia de reduzir impactos ambientais e promover geração de renda para mulheres em situação de vulnerabilidade.
O processo envolve a transformação de sobras de tecidos em novos fios, que dão origem aos cordões utilizados pelas equipes internas. Além da etapa industrial sustentável, o acabamento das peças foi realizado por mulheres do grupo AMAR Restinga, em Porto Alegre, por meio de uma parceria com a Ciclo Reverso.
Para Fernanda Ferrão, presidente do Instituto Lins Ferrão, o projeto sintetiza o propósito da organização de unir responsabilidade ambiental e inclusão produtiva. A dirigente destaca que a iniciativa evidencia como práticas acessíveis podem gerar mudanças estruturais. “Transformar resíduos em novos produtos e gerar renda para mulheres em situação de vulnerabilidade social mostra que pequenas ações podem mudar realidades”, afirma.
O ILF vem ampliando, nos últimos anos, projetos que estimulam o reaproveitamento de materiais e a capacitação comunitária. A produção dos cordões consolida mais um passo na agenda de sustentabilidade do grupo, que busca integrar práticas de economia circular aos processos internos e ao relacionamento com seus públicos.
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(Redação ONG News)